segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

A CIÊNCIA CHEGA DEUS


A CIÊNCIA CHEGA A DEUS: Somos uma só mente.
FÍSICOS QUÂNTICOS:
“Embora seja mais fácil acreditar que, em nosso planeta, há 5 bilhões de mentes individuais, do que acreditar que só existe uma mente não-localizada manifestando-se através de todos os seres sencientes, a ciência moderna leva-nos na direção de uma mente não-localizada, universal, única; em suma, afirma que só há uma mente e que somos essa mente, o que a aproxima da concepção de Deus.

A MENTE É DEUS
CARL G. JUNG:
“O atentar para a Mente intemporal é tarefa redentora para todas as pessoas. Hoje, essa tarefa é particularmente difícil porque colocamos, no dia-a-dia, nossa ênfase no fazer, no consumir, nos aspectos práticos, no progresso material. Como valorizamos o aspecto material, estamos separados dela. O resultado é patológico: tornamo-nos vítimas de nossos próprios impulsos inconscientes e o mundo ‘demonizou-se’. Nossa verdadeira tarefa de vida é exatamente o contrário: tornarmo-nos conscientes dos conteúdos que emergem do inconsciente, criar cada vez mais consciência; esse o objetivo único da existência humana: acender uma luz na escuridão do ser, liberar a alma.
      Seguramente, a alma não é algo insignificante, repleta de defeitos e imperfeições, como as religiões ocidentais a consideram; ela é a própria Divindade radiante”.

A NOVA VISÃO DA CIÊNCIA
CIENTISTAS QUÂNTICOS:
Se concordarmos com as implicações da moderna visão do universo dada pela mais bem arquitetada ciência de nosso mundo, a física quântica, talvez possamos confirmar as percepções dos visionários e místicos, a visão de que todos nós somos eternos, infinitos e Um.

A REALIDADE PROFUNDA
BELL, físico:
Bell mostra que todas as teorias científicas localizadas, isto é, que asseguram que tudo que sucede, que todas as forças e influências, estão dentro do espaço-tempo, por mais que pareçam estar certas, sempre deixam alguma coisa de fora, alguma coisa não explicada pela teoria da localização. Herbert diz que “Bell, simplesmente não apenas sugere que a realidade é não-localizada (isto é, a realidade está fora do espaço-tempo, no domínio do atemporal, no domínio daquilo a que as religiões dão o nome de Deus); ele prova isso, com a clareza e a precisão do raciocínio matemático. Este aspecto inegável da prova desagrada aos físicos mais afinados com a realidade localizada”. Bell e outros mostraram que “nenhuma realidade localizada pode explicar o mundo em que vivemos. Embora os fenômenos do mundo pareçam estritamente localizados, a realidade subjacente a esses fenômenos deve ser supraluminosa (isto é, mais rápida que a luz; e uma velocidade além da velocidade da luz só pode existir fora do espaço-tempo, por isso é denominada ‘não-localizada’). A realidade profunda do mundo é sustentada por uma conexão quântica invisível, cuja influência ubíqua (que está em toda parte) é não-mediada, não-atenuada e imediata’ (isto é, não necessita de coisa alguma para exercer sua influência, não perde, com qualquer distância que seja, sua capacidade de influenciar, e influencia instantaneamente).
(‘Só a realidade não-localizada pode explicar o mundo, seus fenômenos, objetos, coisas e mente’. A realidade não-localizada está além do espaço-tempo, no domínio transcendental, isto é, no domínio daquilo a que as religiões populares dão o nome de  Deus).

A UNIDADE DAS COISAS
LARRY DOSSEY, médico e pesquisador:
“O aspecto mais proeminente da Realidade Não-localizada é a unidade fundamental de todas as coisas e acontecimentos. Passado, presente e futuro são ilusões que projetamos, e não realidades essenciais. Dentro desse contexto de união, o mal (como a doença) é mera aparência, como tudo o mais, pois faz parte do todo e está relacionado com o bem. Quando chegarmos a uma compreensão profunda dessa verdade, os opostos irreconciliáveis nos revelarão sua unidade (amor-ódio, bem-mal, belo-feio, vida-morte) e começaremos a perceber que há um modo alternativo de obter essa informação, que não pelos sentidos. Para a maior parte dos curandeiros (dakotas), entrar no estado de Realidade Não-localizada envolve a participação num estado alterado de consciência, muito semelhante ao da meditação ou da oração. Nesse estado, eles vêem a si próprios e aos pacientes como um só, uma vez que a separação entre sujeito e objeto é completamente superada. Esse estado de consciência vai além da usual consideração do real ou irreal, consciente ou inconsciente, orgânico ou inorgânico, subjetivo ou objetivo, até a totalidade do ser. O paciente e o ego, simplesmente, não fazem parte do repertório do curador”, pois, então, tudo é UM).

ALGO ALÉM DO UNIVERSO
SHELDRAKE, um notável físico:
“Tanto a criatividade como o próprio universo requerem uma explicação. E isso só pode ser explicado em termos de algo que esteja acima ou além do universo, isto é, que o transcenda. Isto corresponde à explicação teística tradicional, a qual postula um Deus que estaria além, acima e no interior da natureza... Eu fico com essa concepção”.

ENTENDER DEUS
CORPUS HERMETICUM.
A obra ‘Corpus Hermeticum’, um dos exemplos mais impressionantes de apelo à não-localização (ao transcendental, ao que está além do ‘eu’), que data de pelo menos dois mil anos, diz: “A não ser que te faças igual a Deus, não poderás entendê-lo, pois o semelhante não é inteligível senão pelo semelhante. Cresce até atingires grandeza além da medida; de um salto (a instantaneidade produzida pela meditação; a criatividade do salto quântico) liberta-te do corpo (dos condicionamentos; do ego); ergue-te acima do tempo (penetra no atemporal, na não-localização), torna-te a Eternidade; então entenderás (perceberás) Deus. Acredita que nada é impossível (as infinitas possibilidades de Maharish) para ti; pensa-te imortal e capaz de tudo compreender, imaginando estares em toda parte, na terra, no céu, na água, no não nascido, adolescente, velho, morto, além da morte. Se abraçares de uma só vez, em teu pensamento, tudo isso, isto é, tempos, lugares, coisas, substâncias, qualidades, quantidades, poderás entender e ser Deus”.
      O autor dessas palavras nos leva para além de eventos singulares, para todos os eventos; além do aqui, para toda parte; além do agora, para todo tempo, à eternidade; além do ego, para a unidade com Deus. E afirma que devemos destruir nossa concepção ilusória de uma realidade localizada (o ego) se queremos conhecer Deus. Isso não significa usurpar o poder divino, como alguns pensam e, assim, julgam blasfemas tais palavras. Para o autor de ‘Hermeticum’, tornar-se igual a Deus é impossível, porque é impossível vir a ser o que já se é. Além disso, quando se percebe que o eu individual não existe, que é ilusão (uma falácia, como dizem Wilber, os místicos e a ciência quântica), percebe-se, também, que não há quem esteja fazendo a usurpação.

EINSTEIN E O EU
EINSTEIN:
Einstein afirmava, com ênfase, a importância de acabar com a servidão ao eu pessoal (ego), a importância de acabar com o sentimento de um eu localizado (no cérebro), numa filosofia decididamente oriental: “O verdadeiro valor de um ser humano é determinado basicamente pela proporção e pelo sentido em que ele se libertou do eu (ego)”.

HÁ UMA SÓ CONSCIÊNCIA
TEILHARD DE CHARDIN, cientista, filósofo, teólogo e sacerdote da Igreja Católica Romana afirma enfaticamente em várias de suas obras o que vai abaixo. Esta citação é de seu livro ‘O Fenômeno Humano’:
      “Todos nós, todos os seres humanos e todos os animais, compartilhamos a mesma consciência”.
      Por afirmações como essa foi proibido, pelo Vaticano, de publicar qualquer pensamento ou concepção sua até o dia de sua morte.

      (Todo o misticismo e, atualmente, a ciência mais avançada do mundo asseguram a mesma coisa).

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